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Como o dentista deve agir ao ser citado em um processo judicial — e o que isso muda para o paciente


O passo decisivo para transformar dor em prova técnica e acelerar um acordo que compense de verdade


A história que mudou minha visão sobre processos odontológicos

Eu, Dra. Ana Celidonio, estava numa sala de audiência quando ouvi o juiz dizer algo que nunca esqueci: “Aqui quem manda é a prova”. Naquele dia, um paciente sofria há meses com uma reabilitação mal planejada. O dentista havia sido citado em processo judicial e, orientado de forma reativa, apenas negava tudo, sem entregar documentação técnica completa.



O caso travou. O paciente, cansado e com gastos crescentes em novos tratamentos, só queria uma solução justa. E foi aí que ficou claro: não é a eloquência que decide uma disputa odontológica — é a perícia odontológica bem-feita, com laudo pericial odontológico claro e documentação sólida.


No caminho de volta ao consultório, entendi o que muitos não percebem: quando o dentista é citado em um processo, a forma como ele age impacta diretamente a vida do paciente. Se o profissional se fecha, retém prontuário, ou tenta “apagar o incêndio” com justificativas vagas, o processo se alonga, a angústia aumenta e o acordo desaparece no horizonte.


Desde então, foquei minha atuação como perita judicial odontológica em uma missão simples: destravar o gargalo que impede a justiça de fluir e transformar dor em prova técnica incontestável. Para você, paciente, isso significa encurtar o caminho até um desfecho justo.



O gargalo que trava resultados

Todo processo tem um ponto de estrangulamento. Nos casos odontológicos, o gargalo é quase sempre o mesmo: a qualidade e a tempestividade da prova técnica. Sem um laudo pericial odontológico claro, sem quesitos objetivos e sem documentação organizada, o processo deriva — ele espera, protela e acumula frustração.


Veja como o gargalo aparece na prática:


  • Prontuários incompletos ou confusos (falta de anamnese, termos de consentimento, planejamento e evolução).

  • Imagens e radiografias sem identificação, datas ou parâmetros técnicos verificáveis.

  • Quesitos fracos, que não orientam a perícia para o ponto central do dano.

  • Ausência de cronologia clínica, tornando impossível ligar causa e efeito.

  • Relatos emocionais sem suporte técnico, que não convencem o juízo.

Quando o dentista é citado e responde sem estratégia, o gargalo se estreita. O paciente fica preso ao tempo do processo, não ao tempo da solução. O trabalho correto é ampliar o fluxo: produzir prova certa, no momento certo, com foco no que o juiz realmente precisa para decidir.



A prova que decide o jogo

Na prática forense, a decisão costuma se apoiar no laudo de perícia odontológica. É ele que demonstra, de forma técnica, se houve erro, falha no consentimento, quebra de protocolo, dano e nexo causal. Quando essa prova é robusta, o efeito é imediato: o processo ganha direção e a negociação se torna concreta.



O que pesa mais na mesa do juiz

  • Prontuário completo, sequencial e íntegro (com registro de datas, assinaturas e anexos).

  • Imagens padronizadas (fotografias intra e extraorais, radiografias com parâmetros, tomografias).

  • Quesitos estratégicos que isolam o ponto de falha e pedem respostas objetivas.

  • Perícia odontológica que compara conduta realizada versus conduta recomendada em guias e protocolos.

  • Estimativa técnica de dano, retratamento e custos, com referências de mercado.

Quando essas peças estão alinhadas, o tempo reduz, a incerteza cai e o valor de acordo sobe — porque a discussão deixa de ser “opiniões” e passa a ser “fatos comprovados”.



Um caso que prova o ponto

Marina me procurou após uma reabilitação com implantes que comprometeu a mastigação e a estética. O dentista foi citado e, orientado, entrou em modo defensivo: negou tudo e respondeu genericamente. O processo andou pouco. O gargalo estava lá: a prova técnica não saía do papel.


Atuei como perita assistente. Organizamos a cronologia, pedimos produção antecipada de provas para preservar imagens, e protocolamos quesitos cirúrgicos e protéticos específicos. Requisitamos cópia integral do prontuário e auditamos cada etapa, do planejamento ao torque de instalação.


Resultado: a perícia oficial confirmou falhas de planejamento, ausência de consentimento informado adequado e necessidade de retratamento. A clareza do laudo pericial odontológico encurtou discussões e trouxe o caso para a mesa de acordo com parâmetros realistas. Marina conseguiu custear o retratamento e ser indenizada por danos complementares.


O que fez a diferença? Destravar o gargalo com prova técnica, no tempo certo.



A solução irresistível: plano de ação pericial para o paciente

Se o dentista foi citado, você não precisa esperar passivamente. Seu papel é preparar o terreno para a perícia odontológica acontecer sem ruído e com a força que o caso merece. Eis um plano prático:


  1. Diagnóstico jurídico-técnico rápido: em até 7 dias úteis, levanto a linha do tempo, aponto lacunas de prova e defino a tese pericial central (o que exatamente precisa ser comprovado).

  2. Checklist documental e requerimentos: listo o que deve ser solicitado ao dentista (prontuário completo, modelos, imagens brutas, orçamentos, termos de consentimento) e protocolo os pedidos.

  3. Quesitos que orientam a perícia: elaboro perguntas técnicas que isolam o nexo causal e pedem respostas objetivas, reduzindo espaço para ambiguidade.

  4. Preservação e cadeia de custódia de imagens: padronizo fotos e exames com metadados, para que sejam aceitos e comparáveis.

  5. Exame clínico pericial e contraprova: quando necessário, realizo avaliação técnica e registro fotográfico padronizado, com laudo preliminar.

  6. Impugnação técnica quando couber: se o laudo oficial vier frágil, apresento impugnação fundamentada, focada no desvio de protocolo, literatura e boas práticas.

  7. Negociação orientada por números: levo à mesa valores de retratamento e danos documentados, para acelerar acordo com base técnica.

O objetivo é simples: transformar sentimentos em fatos, encurtar o caminho da decisão e aumentar a previsibilidade do resultado.



Minha proposta para você transformar o processo

Ofereço um acompanhamento completo de perita judicial odontológica voltado ao paciente:


  • Auditoria técnica do caso e cronologia detalhada.

  • Elaboração de quesitos e suporte ao advogado na estratégia probatória.

  • Padronização de evidências (imagens, radiografias, tomografias).

  • Laudo técnico preliminar para orientar perícia oficial.

  • Impugnação técnica quando necessário.

  • Relatório de estimativa de retratamento e custos.

Se você deseja acelerar seu processo, reduzir incertezas e negociar com base em prova, este é o próximo passo. Entre em contato e fale diretamente comigo — sem intermediações, sem enrolação.


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Métricas que importam, ferramentas e erros comuns


Métricas que importam

  • Integridade do prontuário (percentual de documentos essenciais disponíveis).

  • Tempo até a produção de prova técnica (dias entre citação e perícia).

  • Clareza do nexo causal (respostas objetivas aos quesitos-chave).

  • Estimativa de retratamento documentada (valores e prazos com fontes).


Ferramentas que aceleram

  • Checklist de prontuário completo e consentimento informado.

  • Protocolo de padronização fotográfica odontolegal.

  • Modelo de quesitos por especialidade (implantodontia, endodontia, ortodontia, estética).

  • Planilha de custos de retratamento com referências de mercado.


Erros comuns que custam caro

  • Esperar a perícia “acontecer” sem preparar a prova.

  • Enviar apenas relatos emocionais, sem documentação técnica.

  • Deixar o dentista controlar o fluxo de informações sem requerimentos formais.

  • Quesitos vagos, que não conectam falha a dano.


FAQ — Perguntas Frequentes

Perícia odontológica é só para o juiz? Não. A perícia oficial pertence ao processo, mas você pode ter assistência técnica para orientar e qualificar a prova, reduzindo riscos.


Sem prontuário tenho chance? Sim. Requisitamos formalmente e, quando há ausência injustificada, isso pesa no processo. Além disso, trabalhamos com contraprova clínica e documental.


Isso atrasa o caso? Ao contrário. Prova bem preparada encurta discussões, direciona a perícia e acelera acordos.


E se o laudo oficial vier contra mim? Analisamos tecnicamente e, se houver falhas, impugnamos com base em protocolos, literatura e evidências objetivas.



Conclusão: quando a prova flui, a justiça acontece

Quando o dentista é citado, sua resposta pode travar ou destravar o processo. Para o paciente, a diferença entre meses de espera e um acordo justo é a qualidade da prova técnica. Com uma perita judicial odontológica ao seu lado, você transforma dor em fatos, organiza o caso e coloca o laudo pericial odontológico para jogar a seu favor.


Se você quer acelerar, fortalecer seu processo e negociar com segurança, eu posso ajudar. Vamos construir sua prova agora.


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